sábado, 4 de setembro de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Mentes e mentes
Não faz muito tempo, cerca de seis anos atrás, percorri alguns gabinetes com um projeto de trabalho perfeitamente factível e necessário ao futuro. Queria eu, das instituições públicas e privadas, um maior comprometimento com os anos subsequentes,devendo-se, num primeiro momento, fazer um diagnóstico do presente e assim assimilar as razões pelas quais giramos em torno do mesmo eixo. Não houve pessoa que, diante da proposta, deixasse de se encantar com a “maravilha” do que tinha em mãos, embora, desde o início, eu estivesse fazendo o óbvio e que o imediatismo mundano impede de planejar a médio e longo prazos.
Sem delongas, estou me referindo a um projeto que intitulei Bagé 2011 – Duzentos Anos de Vida, devidamente registrado em cartório, até porque já estou me acostumando com as víboras, pois entendia que, na época, e isso tudo começou em março de 2004, deveríamos (me refiro à comunidade como um todo) já tratar da infraestrutura que precisaria envolver os dois séculos de vida desta cidade. Minha sugestão, resumida, solicitava que ao longo de seis anos provocássemos atividades que resultassem em reflexões sobre o município com o concurso de todos os segmentos sociais e, após devidamente registradas, fornecessem subsídios aos anos intermediários até um grande evento no próximo ano. Queria, enfim, que os bageenses e seus simpatizantes refletissem o que são e qual destino pretendem para si.
Pois bem, com algumas exceções, poucas pessoas se interessaram pela iniciativa. E isto que eu fui bater a porta do governo municipal, do governo do estado e em autoridades nacionais, bem como nos espaços ocupados por gente com grande influência em todo o território brasileiro. Sem contar, obviamente, nos meios de comunicação. Invariavelmente, o retorno era o mesmo, alterando-se apenas algumas formas de representação. Mas, em síntese, transmitiam que a cidade era quem tinha que tomar a direção principal. Voltava-se à estaca zero.
Pois, repentinamente, parece que a cidade despertou para os duzentos anos como se há seis anos atrás não estaríamos passando por esta exigência de atentar para a data, já que uma comemoração desta envergadura não se faz da noite para o dia. Porque, assim como são muitas as riquezas, com certeza são muitos também os interesses. E aí, começam os conflitos, sobretudo quando não se possui um referencia do que se quer. O que eu havia colocado no papel tinha, ao fim e ao cabo, um interesse desenvolvimentista. Não ficar vivendo o passado, o que é muito comum por estas plagas, muito menos lamentar o que se colhe hoje. Porém, efetivamente, discutir temas pontuais com vistas a deixar uma terra melhor às gerações futuras, nem que fosse apenas nas boas intenções e em forma de projeto. O tempo passou, e nada. O tempo passou, e nada.
Hoje, sem referenciais, presenciamos alguns encontros com algumas pessoas que demonstram lá seus interesses. Não verificamos alguma coisa de maneira enfática, incisiva e com objetivos bem traçados, a visualização de um espaço às ações. De um lado, os setores que deveriam estar engajados, não sei se por preguiça ou desinteresse total pela coisa pública (o aniversário é público e é de todos), parece que estão olhando para as nuvens e, de outro, propostas extremamente tímidas, algumas até oportunistas, e nada de concreto no qual se possa tomar um rumo novo. Ou seja, a mesmice sem sair de lugar algum.
Quero estar errado. Mas agora acredito que no amanhã viveremos um atropelo, com atividades atabalhoadas, com pouco ou quase nenhum retorno à municipalidade. Um tempo de grandes festas. Todavia, temperadas com discursos efusivos, para não falar ufanistas, de que um dia “eu” fui protagonista de uma história. E a galera incauta irá assistir as vaidades e promiscuidades desfilarem a frente do palanque como se as mentes estivessem ali, com seus passos curtos, adentrando uma nova era. Que pena.
Sem delongas, estou me referindo a um projeto que intitulei Bagé 2011 – Duzentos Anos de Vida, devidamente registrado em cartório, até porque já estou me acostumando com as víboras, pois entendia que, na época, e isso tudo começou em março de 2004, deveríamos (me refiro à comunidade como um todo) já tratar da infraestrutura que precisaria envolver os dois séculos de vida desta cidade. Minha sugestão, resumida, solicitava que ao longo de seis anos provocássemos atividades que resultassem em reflexões sobre o município com o concurso de todos os segmentos sociais e, após devidamente registradas, fornecessem subsídios aos anos intermediários até um grande evento no próximo ano. Queria, enfim, que os bageenses e seus simpatizantes refletissem o que são e qual destino pretendem para si.
Pois bem, com algumas exceções, poucas pessoas se interessaram pela iniciativa. E isto que eu fui bater a porta do governo municipal, do governo do estado e em autoridades nacionais, bem como nos espaços ocupados por gente com grande influência em todo o território brasileiro. Sem contar, obviamente, nos meios de comunicação. Invariavelmente, o retorno era o mesmo, alterando-se apenas algumas formas de representação. Mas, em síntese, transmitiam que a cidade era quem tinha que tomar a direção principal. Voltava-se à estaca zero.
Pois, repentinamente, parece que a cidade despertou para os duzentos anos como se há seis anos atrás não estaríamos passando por esta exigência de atentar para a data, já que uma comemoração desta envergadura não se faz da noite para o dia. Porque, assim como são muitas as riquezas, com certeza são muitos também os interesses. E aí, começam os conflitos, sobretudo quando não se possui um referencia do que se quer. O que eu havia colocado no papel tinha, ao fim e ao cabo, um interesse desenvolvimentista. Não ficar vivendo o passado, o que é muito comum por estas plagas, muito menos lamentar o que se colhe hoje. Porém, efetivamente, discutir temas pontuais com vistas a deixar uma terra melhor às gerações futuras, nem que fosse apenas nas boas intenções e em forma de projeto. O tempo passou, e nada. O tempo passou, e nada.
Hoje, sem referenciais, presenciamos alguns encontros com algumas pessoas que demonstram lá seus interesses. Não verificamos alguma coisa de maneira enfática, incisiva e com objetivos bem traçados, a visualização de um espaço às ações. De um lado, os setores que deveriam estar engajados, não sei se por preguiça ou desinteresse total pela coisa pública (o aniversário é público e é de todos), parece que estão olhando para as nuvens e, de outro, propostas extremamente tímidas, algumas até oportunistas, e nada de concreto no qual se possa tomar um rumo novo. Ou seja, a mesmice sem sair de lugar algum.
Quero estar errado. Mas agora acredito que no amanhã viveremos um atropelo, com atividades atabalhoadas, com pouco ou quase nenhum retorno à municipalidade. Um tempo de grandes festas. Todavia, temperadas com discursos efusivos, para não falar ufanistas, de que um dia “eu” fui protagonista de uma história. E a galera incauta irá assistir as vaidades e promiscuidades desfilarem a frente do palanque como se as mentes estivessem ali, com seus passos curtos, adentrando uma nova era. Que pena.
sábado, 5 de junho de 2010
Nossos caminhos
O que você está achando do processo que culminará com os dois séculos de Bagé? Ou seja, do que está sendo feito para tanto?
Aula de Jornalismo
Quando os parceiros jornalistas formados ou em formação quiserem algumas teorias, simples, daquelas que se aplicam na prática profissional, aconselho o blog denominado http://www.oxisdaquestão.com.br/
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Associação de Escritores
Pessoal, desde 2008 tenho um esboço de estatuto para que seja criada uma associação de escritores de Bagé.
Implantar esta associação, agora, tornou-se uma necessidade porque passaríamos a ter mais força em reivindicações enquanto unidos e sob o guarda chuva de um ente jurídico.
Quem estiver a fim de debater mais sobre isto e participar da associação é só me chamar por telefone ou e-mail orlando.cb@terra.com.br
Espero adesões
Implantar esta associação, agora, tornou-se uma necessidade porque passaríamos a ter mais força em reivindicações enquanto unidos e sob o guarda chuva de um ente jurídico.
Quem estiver a fim de debater mais sobre isto e participar da associação é só me chamar por telefone ou e-mail orlando.cb@terra.com.br
Espero adesões
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Confirmação de nome
Prezados,
aqueles que aceitarem uma oficina literária, conforme a enquente deste blog, favor enviar mensagem para orlando@alternet.com.br, com nome, e-mail e telefone para contatos.
Gracias
aqueles que aceitarem uma oficina literária, conforme a enquente deste blog, favor enviar mensagem para orlando@alternet.com.br, com nome, e-mail e telefone para contatos.
Gracias
domingo, 23 de maio de 2010
Aniversário
Só para perguntar:
Você sabia que, no ano que vem, quando Bagé estiver completando 200 anos desde a chegada de Dom Diogo de Souza, a imprensa da cidade estará comemorando 150 anos de fundação do Aurora de Bagé?
Você sabia que, no ano que vem, quando Bagé estiver completando 200 anos desde a chegada de Dom Diogo de Souza, a imprensa da cidade estará comemorando 150 anos de fundação do Aurora de Bagé?
sábado, 22 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Documentário
Esta documentário dirijo aos jovens estudantes de comunicação, em especial jornalismo, que gostariam de saber algumas coisas que ocorriam no país durante o regime militar e que, felizmente, ficaram para a história, mas cujos passos estão sendo difíceis de recuperar.
Acesse http://www.linktv.org/programs/brazil-a-report-on-torture
Acesse http://www.linktv.org/programs/brazil-a-report-on-torture
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Voltarei
Depois de um ano e alguns meses sem escrever neste blog, voltarei em breve com novos textos.
E não é apenas uma promessa. Mas mais do que isso, uma obrigação a que me submeti.
Vamos ver o que acontece
E não é apenas uma promessa. Mas mais do que isso, uma obrigação a que me submeti.
Vamos ver o que acontece
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